É o método mais utilizado para a análise da composição corporal, onde avalia-se a quantidade de água, de gordura e de massa muscular do organismo, permitindo calcular com boa precisão, a faixa ideal de peso para o indivíduo de acordo com o sexo e idade.
Consiste de um exame relativamente simples e rápido, em que uma corrente elétrica passa pelo corpo através de dois pares de eletrodos adesivos colocados nas extremidades da mão e do pé. A leitura é realizada a partir da passagem elétrica dos componentes corporais músculo e gordura.
Quanto maior o percentual de gordura, maior é a dificuldade para a corrente elétrica atravessar o corpo. Os dados medidos pelo aparelho são transferidos automaticamente para um programa de computador, e combinados a idade, peso, altura, sexo e atividade física do indivíduo.
Em resumo, quando subimos na balança estamos pesando músculos, pele, órgãos, água, fluídos e gordura. Por isso, nem sempre quando os ponteiros ou números da balança indicam que emagrecemos significa que perdemos gorduda corporal.
A meta de um programa de exercícios e de uma dieta equilibrada deve ser a redução e manutenção da gordura corporal em níveis saudáveis e a manutenção ou aumento da massa muscular.
A avaliação da composição corporal é um importante critério em qualquer programa de emagrecimento e/ou manutenção do peso, prevenção de diversos distúrbios como infarto do miocárdio, hipertensão arterial, colesterol elevado e diabetes, além de servir como um parâmetro fundamental no acompanhamento nutricional.
Primeira consulta:
Nesta consulta o paciente é avaliado de maneira completa, onde serão verificados seus dados clínicos, avaliação física (peso, altura, IMC, medidas antropométricas, dobras cutâneas), histórico de perda ou ganho de peso, atividade física, tratamentos estéticos atuais, hábitos alimentares e um recordatório alimentar onde serão verificados, horários e porções alimentares.
Após esta avaliação completa irei calcular um plano alimentar personalizado com orientações nutricionais específicas, que se encaixe nas calorias, porções e horários ideais, focalizando principalmente a rotina de vida de cada um, dando opções fáceis e práticas, por isso, um plano alimentar personalizado para que este se encaixe perfeitamente no dia a dia do paciente e não que o mesmo tenha que se encaixar no plano alimentar em questão.
Esta consulta tem duração de 50 a 60 minutos.
Uma semana após a primeira consulta:
O paciente retorna para a entrega do plano alimentar personalizado, incluído este retorno no valor da consulta.
Retornos:
Serão combinadas com o paciente, para que possamos verificar a adesão ao plano alimentar, introduzir informções sobre nutrição, e avaliar a evolução do paciente.
A alimentação é o processo pelo qual nós, seres vivos, adquirimos do mundo exterior
os alimentos que compõe uma determinada dieta. Ela é a fonte de energia e nutrientes
necessários ao organismo.
Alimentar‐se o suficiente raramente é um problema, porém, alimentar‐se
nutritivamente é sempre um desafio. A seleção de alimentos é muito complexa e influenciada
por vários fatores. Embora se saiba que quando os alimentos não estão disponíveis é bem
provável que ocorram deficiência, por outro lado, a abundância por si só não assegura ótima
nutrição devido ao componente comportamental que determina a escolha dos alimentos.
Muitas doenças crônicas, como as cardiopatias, o câncer e o diabetes, por exemplo, são, em
partes, causadas por excessos alimentares ou por uma alimentação inadequada.
Vivemos hoje grandes mudanças: morrem menos pessoas por doenças infecciosas e
desnutrição e, da mesma forma, nascem menos pessoas e vive‐se mais tempo. De acordo com
dados científicos, isto é atribuído ao processo de modernização experimentado pelas
sociedade de países industrializados, resultante das melhorias do saneamento básico, moradia
e disponibilidade de alimentos, mas também dos conhecimentos e das habilidade da
população em enfrentar e compreender a saúde e a nutrição segundo conceitos modernos.
Neste sentido, vêm‐se observando mudanças na composição da dieta, o que se reflete no
estado nutricional dos indivíduos.
Sociedades modernas e industrializadas parecem convergir em um padrão dietético
com alto conteúdo de gorduras totais, colesterol, açúcar, carboidratos não‐integrais, e,
concomitantemente, com baixo teor de gorduras insaturadas e fibras. Este padrão,
frequentemente é denomiado de “dieta ocidental” e está ligado ao aumento de uma vida
sedentária. Essa característica, observada nas sociedades de alta renda, também se verifica,
em proporção crescente, na população de baixa renda, resultando no incremento da
obesidade e no surgimento de doenças crônicas não transmissíveis.
Desta maneira, uma escolha adequada dos alimentos a serem ingeridos é a melhor
opção de uma boa nutrição para a maioria das pessoas.
Fonte:Nutr. Flávia De Conti
Nutriciência Assessoria em Nutrologia
Os adipócitos são as células de gordura que existem em nosso corpo. Essas células são formadas desde a nossa concepção, ainda no útero materno, em três períodos gerais de tempo: último trimestre de gestação, primeiro ano de vida e durante a explosão de crescimento da adolescência antes da vida adulta. Durante esse período a gordura corporal aumenta de duas maneiras antes de alcançarmos a vida adulta: aumento no tamanho e volume dos adipócitos individuais (hipertrofia da célula) e aumento no número total de adipócitos dos adipócitos (hiperplasia da célula). Já o processo da obesidade, de uma maneira simplista, resulta do desequilíbro entre a ingestão calórica e o gasto calórico. Esse desequilíbrio pode ser resultado de fatores genéticos, estilo de vida ou problemas de ordem metabólica. Dessa forma a gordura resultante desse desequilíbrio é acumulada nos adipócitos existentes aumentando substancialmente seu tamanho.
A gordura é a forma que o corpo encontrou de armazenar o excesso de energia consumida a fim reservá-la para períodos críticos. Também ocorre por problemas hormonais.
O básico é entender que o que faz alguém engordar é o que chamamos de balança calórica positiva, ou seja, se você come "X" e gasta "X" não engordará nem emagrecerá. Se come "X" e gasta "X+Y" e se Y for positivo, significa que está gastando mais que ingerindo e emagrecerá. Se come "X" e gasta menos que X, essa diferença será guardada pelo organismo nos tecidos de eleição que se localizam normalmente em locais de pouca movimentação. Outro fator que provoca o acúmulo de gordura é o metabolismo lento. Todas as dietas radicais, sobretudo as feitas sem o acompanhamento de um profissional nutricionista e sem práticas esportivas fazem com que o organismo diminua o metabolismo e passe a engordar mais ainda que antes da dieta. Existem meios de se calcular o consumo de energia e da classificação e distribuição correta dos alimentos, para estimar quantos gramas será possível ganhar ou perder, após um período X de tempo.
Para perder 1 kg de gordura em média precisamos ter um gasto, que deve ser acumulativo de 7600 kcal.
Então se sabemos que 1 grama de gordura tem 9 kcal, deveríamos consumir 9000 kcal a menos para reduzir 1 kg de peso, mas o tecido adiposo tem um acréscimo de 15% em água. Então na verdade para reduzir 1 kg de tecido adiposo é preciso gastar ou consumir a menos 7700 kcal .
A água de coco é considerada um isotônico natural, uma vez que é rica em minerais como o sódio e o potássio.
Líquidos isotônicos são soluções em proporção semelhante a dos líquidos corporais, sendo facilmente absorvidos. Promovem uma rápida hidratação do organismo quando comparados a outros líquidos.
A água de coco é uma bebida com poucas calorias, rica em nutrientes, livre de gordura e com grande quantidade de potássio. De fácil absorção pelo organismo, favorece a rápida hidratação e proporciona a recuperção desses minerais eliminados pela tranpiração.
Depende do que se esta avaliando nessa mudança ou não no nosso corpo. Se avaliarmos somente por meio da mudança de peso, estamos avaliando de forma errada. Provavelmente deve estar ocorrendo um ganho de massa muscular, perda de gordura e conseqüentemente o peso pode aumentar.
Podemos considerar outros parâmetros como a roupa que usamos, por exemplo. A gordura tem maior volume que os músculos no mesmo peso. A roupa pode ficar larga quando você perde gordura e ganha massa muscular na mesma proporção.